28 de novembro de 2010 | By: Clécia Carine

Guache

Não tenho culpa se meus dias têm nascido completamente coloridos e os outros cismam em querer borrar as cores. Não tenho culpa se meu sorriso é de verdade e acontece por motivos bobos, mas bem especiais. Não tenho culpa se meus passos são firmes. Não sou perfeita, eu tropeço e caio de vez em quando, aliás, eu caio MUITO! Meus olhos, eles têm brilhado bem diferente ultimamente, brilham diferentes a cada dia. E começo a me preocupar, pois tenho medo da velocidade dessas alterações. E no meu mundo mais lindo e completo, não consigo entender a existência de algumas pessoas. Mas o mundo aqui não é dos mais justos mesmo, compreendo. Mas mesmo assim, eu tenho bastante lápis de cor e empresto pra quem quiser pintar a vida. Mas POR FAVOR, não borrem a minha!!!
((O texto não é de minha autoria, mas a mensagem corresponde))
26 de novembro de 2010 | By: Clécia Carine

Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores


Para iniciar com o pé direito tenho escrever no mínimo uma linha a respeito daquele que preenche minha vida com um misto de felicidade e satisfação, “O Meu Namorido”.


Mentiria se dissesse que desde a primeira vez que o vi morri de amores e logo me apaixonei... Não!

Foram longos meses de conquista e bajulação... MENTIRA!

De início, era só uma amizade sem maiores interesses. Eram conversas pelo MSN, recadinhos no orkut... Nada de mais!

Até que um dia... Mas precisamente no dia 17 de janeiro do ano corrente, estávamos “conversando nada” pelo MSN e ele perguntou o que eu iria fazer durante a noite, até então não tinha nada programado, ele me convidou para sair com ele e uma amiga em comum, aceitei.

A dita cuja ficou responsável para marcar tudo, inclusive onde nos encontraríamos. Marcou na pontinha da praça (- que “gay”! pensei). Quando lá chequei a surpresa, ela não iria e o que era pra ser um encontro casual de amigos se transformou em um encontro “amoroso” forçado.

Pensei no que iria falar com aquele garoto o qual eu só havia falado algumas vezes por MSN. No entanto, a conversa fluiu naturalmente. Ele se mostrou um garoto legal e muito divertido, rimos durante horas e o tempo voou. Jurava que não ficaria com ele naquela noite, pois estávamos conversando tanto que parecia que o resultado seria apenas uma amizade. Quando de repente, ele ficou sério e me olhou de uma forma inexplicável, não sei definir o que senti naquele momento, acho que tive medo, não entendia o porquê daquele olhar mexer tanto comigo. Mas tudo só piorou, depois do olhar veio o beijo... Foi um misto de prazer e medo. Conversamos mais e nos beijamos mais algumas vezes até que deu a hora de “partir”. Jurava que seria só um “fica”, mas não, no dia seguinte ele marcou para nos vermos novamente e assim fomos marcando até que um dia cansei de “ficar”.

Apenas “ficar” já estava virando uma frustração, não queria mas só “ficar” com ele, queria tê-lo para mim. Mas como não sabia o que fazer e não tinha coragem para pedi-lo em namoro, decidi dar um basta naquela situação e não encontra-lo mais.

No entanto, no dia que decidir por um fim em tudo, a nossa “amiga” me fez ouvir uma conversa deles ao celular, uma conversa em que ele a perguntava se caso ele me pedisse em namoro eu aceitaria, fiquei surpresa e aliviada, afinal o que eu tanto queria aconteceria.

Ele me pediria em namoro no final de semana seguinte e eu estava radiante.

Tão radiante... Tão feliz que não aquentei esperar o final de semana e o fiz me pedir em namoro pelo MSN (manipuladora? NUNCA!).

Começamos a namorar timidamente.

Com quase seis meses de namoro trocamos alianças de compromisso.

Hoje estamos com nove meses de namoro e já planejamos toda nossa vida (no singular mesmo).

Sinto-me plena e realizada, sabia que a felicidade era algo bom, mas não imaginava o quanto.

José Rosman Varjão Alves de Albuquerque EU TE AMO!